
Tenho certeza de que como o rádio, na época do surgimento da TV, o jornalismo impresso não vai acabar totalmente. Porém, não dá para negar a forte tendência do que a imagem acima representa: jornal na tela do computador. A rapidez de acesso, a atualização constante, o fato de não precisar pagar por isso, a presença cada vez maior - em todos os lugares - da Internet em nossas vidas são alguns dos motivos que me levam a acreditar nessa imagem.
Por mais que as pessoas gostem de tocar no papel, sentar-se a mesa do café para ler o seu jornal matinal e colecionar os exemplares de suas revistas favoritas, não podemos fechar os olhos para o avanço da tecnologia, para o tempo como um fator fundamental e, na concepção da vida moderna cada vez mais escasso, e para o fato de que a situação financeira da maioria não está boa e, infelizmente, os veículos de comunicação vão ficando para trás.
Por isso, eu como jornalista e, principalmente, como uma das responsáveis pela produção do veículo impresso, não posso fingir que nada está acontecendo. Mesmo porque, já há algum tempo sinto o mercado estagnado, talvez procurando uma idéia revolucionário ou o mais provável: se preparando para o futuro.
Por mais que as pessoas gostem de tocar no papel, sentar-se a mesa do café para ler o seu jornal matinal e colecionar os exemplares de suas revistas favoritas, não podemos fechar os olhos para o avanço da tecnologia, para o tempo como um fator fundamental e, na concepção da vida moderna cada vez mais escasso, e para o fato de que a situação financeira da maioria não está boa e, infelizmente, os veículos de comunicação vão ficando para trás.
Por isso, eu como jornalista e, principalmente, como uma das responsáveis pela produção do veículo impresso, não posso fingir que nada está acontecendo. Mesmo porque, já há algum tempo sinto o mercado estagnado, talvez procurando uma idéia revolucionário ou o mais provável: se preparando para o futuro.
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