domingo, 22 de julho de 2007

Gibis na web


A notícia já é um pouco antiga. Por um acaso encontrei o jornal na casa do meu namorado. Mas, tem muito a ver com nossa aula sobre o fim do jornal imprenso. Parece que a tendência da substituição do papel por páginas eletrônicas na Internet está atingindo até os gibis. Vale conferir a matéria do Estadão:


Não faltam opções de sites na web para apreciar a arte dos quadrinhos. Brasileiros ou estrangeiros, as páginas oferecem desde HQs em formato de revista até tirinhas feitas somente para a internet.Um deles é o Nona Arte. O site conta com 450 publicações para download em arquivos PDF de edições antigas de 156 artistas. Um exemplo é a imagem ao lado, retirada de um dos episódios de Subversivos de Marcos Paz e André Diniz. André é editor da página, que começou como uma publicação impressa. “A revista não deu muito certo. Começamos a colocar histórias na íntegra, e o site acabou ficando mais conhecido do que no papel”, conta. Outro mais dedicado às tirinhas é o Webcomix, com 18 artistas. Entre eles está Rogério Marcus, criador do personagem em crise existencial Pessoa. Rogério desenha desde os 12 anos e é formado em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mas nunca encontrou muito espaço no mercado editorial. “Acho fantástica a aproximação com o público. Tenho a esperança de a internet ajudar a alcançar o impresso”, afirma. O criador do Webcomix Henrique Fonseca Duarte explica que existe um conceito por trás das webcomics. “Não precisa ser só tirinha, e os artistas têm total liberdade para criar”, conta. “Mas não é só colocar o desenho no site. Tem que publicar HQs novas todos os dias, sempre indicando a data.” O problema é que poucos sites brasileiros conseguem ter algum lucro, e os artistas acabam publicando pela própria vontade de divulgação do trabalho. Essa é a principal diferenças em relação aos quadrinhos online feitos nos Estados Unidos. Alguns exemplos são os sites de HQs virtuais Player Vs. Player Online, Penny-Arcade, Keen Spot e Diesel Sweeties, que atraem anunciantes e milhares de leitores. No caso do PVPOnline, por exemplo, são mais de 200 mil visitas diárias. No Brasil, um dos mais bacanas para saber as notícias do mundo dos quadrinhos é o UniversoHQ.

Fonte: O Estado de São Paulo - 19 de fevereiro de 2007

sábado, 21 de julho de 2007

Dois usos do poder




O texto que fala de Gandhi, abaixo, não está aí por acaso. O pacifista, como o professor Dimas citou na última aula, é um exemplo de um formador de opinião que usou suas influências, "seu poder", para libertar o povo da Índia da dominação inglesa. Porém, "seu poder"era usado para promover o bem, já que pregava liberdade, sem violência. Mas, será que o poder é sempre utilizado em prol do bem? Infelizmente não e os exemplos mais freqüentes são do poder usado para corromper, enriquecer, manipular, etc. Já que Gandhi é um dos melhores exemplos do poder usado para o bem, quem seria um dos exemplos para o inverso, um ícone do poder usado para o mal? Para mim, foi Hitler. Usando o privilégio de ser o líder de uma nação e se aproveitando do momento em que a Alemanha vivia, utilizou seu "poder" e influenciou muitas pessoas a pensarem de forma totalitária, egoista e, principalmente, desumana e reducionista. Ele soube usar a mídia muito bem a seu favor, meio de espalhar, difundir idéias, pensamentos, informações e, principalmente, ideologias. O desmerito de ser um "poderoso alienador", que usou o poder para o mal, sem dúvida, vai para ele.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Gandhi e sua experiência na África do Sul

Quando Gandhi voltou à Índia em 1891 a mãe dele houvera falecido, e ele não obteve êxito a exercer na Índia sua profissão legal como advogado devido sua timidez. Assim, aproveitou a oportunidade de ir para África do Sul durante um ano, representando uma firma hindu em Natal durante um processo judicial naquela terra .
África do Sul, local notório para
discriminação racial, deu para Gandhi os insultos que despertaram sua consciência social. Como advogado Gandhi fez o melhor para descobrir os fatos. Depois de resolver um caso difícil, ele passou a ser "visto" e comentado. Segundo ele: "eu tive um aprendizado que me levou a descobrir o lado melhor da natureza humana e entrar nos corações dos homens. Eu percebi que a verdadeira função de um advogado era unir rivais de festas a parte".
Ele também teimou em receber a verdade dos clientes dele, e se ele descobrisse que eles tivessem mentido, ele derrubaria os casos. Acreditava que o dever do advogado era ajudar o
tribunal a descobrir a verdade, não tentar provar o culpado ou inocente. Ao término do ano durante uma festa de adeus antes que ele fosse viajar para a Índia, Gandhi notou no jornal que uma lei estava sendo proposta e que privaria os hindus do voto.
Os amigos dele o insistiram: "fique e conduza a briga para os direitos de nossos compatriotas na África do Sul." Gandhi fundou em Natal o Congresso hindu em
1894, e seus esforços eram uma vigorosa advertência para a imprensa.
Quando Gandhi retornou à África, após buscar a esposa e filhos na Índia em janeiro de
1897, os sul-africanos tentaram interromper suas atividades de maneiras sórdidas...

...Gandhi acabou permanecendo vinte anos na África do Sul defendendo a
minoria hindu, liderando a luta de seu povo pelos seus direitos...

...Sendo civil aos oponentes durante a desobediência, Gandhi desenvolveu o uso de ahimsa que significa "sem dor" e normalmente é traduzido "não violência". Gandhi seguiu o Ódio de preceito "o pecado e não o
pecador". Desde que nós vivemos espiritualmente, ferir ou atacar outra pessoa são atacar a si mesmo. Embora nós possamos atacar um sistema injusto, nós sempre temos que amar as pessoas envolvidas. Assim ahimsa é a base da procura para verdade"...

...Gandhi constatou o poder do método de Satyagraha e profetizou como poderia transformar a
civilização moderna. "É uma força que, se ficasse universal, revolucionaria ideais sociais e anularia despotismos e o militarismo."...

...Enquanto isso a Índia ainda estava sofrendo debaixo de regra
colonial britânica. Gandhi sugere que a Índia pode ganhar sua independência por meios não violentos e por via da ego-confianca. Ele rejeita a força bruta e sua opressão e declara que a força da alma ou amor e que se mantém a unidade das pessoas em paz e harmonia...

Fonte: Enciclopédia Wikipedia

segunda-feira, 2 de julho de 2007

A mídia aliena?

Durante a última aula do semestre, o professor Dimas usou uma palavra que me chamou a atenção. Anotei no caderno e depois resolvi procurar o significado. Na verdade, procurei o verbo que dá origem a ela. A palavra apareceu no seguinte contexto: "alienadora - criatura domina o criador", quando ele se referia a mídia. Mas, será que a mídia tem mesmo esse papel, de alienar? O significado da palavra alienar é o seguinte, segundo o dicionário Michaelis:


1 - Tornar alheios determinados bens ou direitos, a título legítimo; transferir a outrem. Ex: Alienar bens.
Em relação a esse significado, ainda não dá para estabelecer um paralelo.

2 - Alucinar(-se), perturbar(-se). Ex: Bebia até alienar-se.
Com esse sim! Com certeza, a mídia causa um efeito sedutor, mexe com a gente. Seja de um modo bom, causando alegria, satisfação, ou ruim, provocando tristeza, raiva, indignação. Bem, mas são com essas emoções que a relação de poder também é estabelecida.

3 - Indispor, malquistar. Ex: Sendo aluno indisciplinado, alienou o ânimo da professora
Não é bem isso que a mídia nos causa.

4 - Afastar, desviar. Ex: Alienou tudo que pudesse influir no julgamento.
Com esta definição, podemos associar seu poder de pautar aquilo que a interessa, desviando, muitas vezes, nossa atenção para certos assuntos, fazendo que que se percam e que não tenham a atenção devida.

5 - Endoidecer, enlouquecer: O prisioneiro alienou-se
Para esse significado podemos estabelecer uma relação com a propaganda, que tem a mídia como propagadora. Ao ver aquela comida que parece a mais deliciosa de todas ou aquele atleta, bonito, com belo corpo e saúde usando um tênis da marca x, há uma relação quase doentia entre o produto e o consumir, você!

6 - Desvirtuar-se: O objetivo, que era nobre, alienou-se.
A definição acima está muito presente também. Apresentar fatos apenas sobre determinadado ângulo, colocando quase sempre apenas dois lados para um assunto, que pode ter muitos outros, desvirtua a compreensão, nos faz pensar do modo mais conveniente para o veículo.

É, parece que alienar tem muito a ver com mídia mesmo!

Desabafo - parte 2

Desabafo - parte 2
Sei que o que vou escrever agora não tem nada a ver com os temas das aulas, mas não poderia deixar de manifestar a minha indignação quanto à escolha do presindente Lula em relação ao Ministério do Turismo. Depois de ver a entrevista de Marta Suplicy na Gazeta no último domingo tive certeza do seu total despreparo. Falar em qualificação profissional, sem se preocupar primeiro em regulamentar a profissão e propor o crédito consignado para o setor mesmo com o recurso saturado, como confirmou o jornalista da Gazeta Mercatil presente na entrevista, mostra que ela não entende nada de Turismo e administração e que sua colocação no cargo foi por "livre e espontânea pressão" do PT.

A eterna briga

A eterna briga
Em homenagem ao último seminário. Aqui no Brasil a Coca ainda vence com muita vantagem. Será que um dia a concorrência consegue ultrapassá-la. A H2O deu um pequeno susto, vocês não acham?

modernidade líquida

modernidade líquida
Nesta era, vejam como daqui a poucos anos será nossa TV, computador, celular, rádio, filmadora, enfim, tudo em um único aparelho que cabe na palma da mão. Será que há vinte ou trinta anos alguém poderia acreditar nisso????

O mundo das marcas

O mundo das marcas
Em uma era em que as marcas dominam, bem que a visão do planeta pelos estudiosos da mídia, como nós, poderia ser assim lá do espaço.

Padrões de beleza

Padrões de beleza
Pensei em deixar esta imagem bem no começo da página, pois ela representa bem o poder que a mídia tem em nos influenciar em nossa aparência. Mas, a achei muito forte e triste para começar meu blog. É uma pena que as pessoas ainda se baseiem em um padrão instituido por esse mundo pouco honesto da moda. E o que lamento mais é que a mídia explore tanto esse tema para, principalmente, vender revistas com fórmulas infalíveis de emagrecimento.