segunda-feira, 19 de março de 2007

São Paulo, a maior cidade do Brasil

São Paulo muitas vezes assusta. Pelo seu tamanho, seu vai-e-vem de transeuntes e veículos, sua multiplicidade étnica e cultural. É essa mesma pulsação da “cidade do depressa”, como bem definiu o compositor Billy Blanco, que a torna uma cidade divertida, atraente, diversa, única.
Associá-la apenas a um destino de negócios, mesmo que o maior da América Latina, seria pouco. Afinal, que capital tem 280 salas de cinema, mais de 70 shoppings, 12 mil restaurantes? Quer degustar uma amostra da gastronomia árabe, tailandesa ou portuguesa? Venha para cá. Temos 52 especialidades de cozinha, com pastéis e pizzas que despertam inveja até nos japoneses e italianos. A fim de assistir a uma peça de teatro à la Broadway ? O lugar é aqui. Prefere estourar o limite do cartão de crédito em charmosas butiques de rua? Aqui temos aos montes, de uma 25 de Março ou José Paulino a uma Oscar Freire. E que tal conhecer quadros que fizeram a história da arte mundial? É só correr para templos como o Masp e a Pinacoteca. Como esta cidade não pára, agora temos até um museu dedicado exclusivamente à nossa língua portuguesa.
Por motivos assim, vale muito a pena descobrir esta metrópole, mesmo que em uma esticada de apenas um dia na sua viagem de negócios...
Deixe-se seduzir pela diversidade cultural desta cidade antenada, que vibra, dita moda, está sempre se antecipando às tendências e abriga brasileiros e estrangeiros de todos os cantos. Você vai entender melhor o que é ser paulistano.
Gilberto Kassab Prefeito de São Paulo

Sobre o autor


George Orwell, autor de "1984", era o pseudônimo de Eric Arthur Blair. Nascido em Bengal, 1903, foi educado nos melhores colégios ingleses. Em 1922, aderiu à Polícia Imperial de Burma, na qual serviu durante cinco anos, renunciando ao cargo por causa de seu crescente desgosto pelo imperialismo. De volta à vida civil, experimentou diversos empregos mal remunerados em Londres e em Paris. Levou essa vida até tornar-se, em 1930, colaborador regular da revista "The Adelphi". Seus primeiros livros tratam dessas experiências. Em 1934, lança "Os Dias em Burma", no qual aparece toda a sua indignação contra as injustiças políticas.
Algum tempo depois, mais precisamente em 1937, Orwell lançaria "The Road to Wigian Pier", resultado de seus estudos do desemprego no norte da Inglaterra. Até hoje, esse ensaio é considerado um clássico do jornalismo. Mas foi só depois da primeira metade da década de 40 que George Orwell cairia no gosto popular ao publicar "A Revolução dos Bichos" (1945) e "1984" (1949), ambos sátiras corrosivas sobre a tirania política. Sua obra compreende centenas de textos de cunho essencialmente político.


1984 - George Orwell


Sobre a obra...
O livro conta a história de Winston, um apagado funcionário do Ministério da Verdade de Oceânia e de como ele parte da indiferença perante a sociedade totalitária em que vive, passa à revolta, levado pelo amor por Júlia e incentivado por O'Brian, um membro do Partido Interno com quem Winston simpatiza; e de como acaba por descobrir que a própria revolta é fomentada pelo Partido no poder. E também de como, no Quarto 101, todo homem tem os seus limites.
A trama se passa na Pista No.1, o nome da
Inglaterra sob o regime totalitário do Grande Irmão (no original, Big Brother) e sua ideologia IngSoc, e conta a história de Winston Smith, funcionário do Ministério da Verdade, um órgão que cuida da informação pública do governo. Diariamente, os cidadãos devem parar o trabalho por dois minutos e se dedicar a atacar histericamente o traidor foragido Emmanuel Goldstein e, em seguida, adorar a figura do Grande Irmão. Smith não tem muita memória de sua infância ou dos anos anteriores à mudança política e, ironicamente, trabalha no serviço de retificação de notícias já publicadas, publicando versões retroativas de edições históricas do jornal The Times. Estranhamente, ele começa a se interessar por sua colega de trabalho Julia, num ambiente em que sexo, senão para procriação, é considerado crime. Ao mesmo tempo, Winston é cooptado por O'Brien, um burocrata do círculo interno do IngSoc que tenta cooptá-lo a não abandonar a fé no Grande Irmão.
De facto, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é uma
metáfora sobre o poder e as sociedades modernas. George Orwell escreveu-o animado de um sentido de urgência, para avisar os seus contemporâneos e as gerações futuras do perigo que corriam, e lutou desesperadamente contra a morte - sofria de tuberculose - para poder acabá-lo. Ele foi um dos primeiros simpatizantes ocidentais da esquerda que percebeu para onde o estalinismo caminhava e é aí que ele vai buscar a inspiração - lendo Mil novecentos e oitenta e quatro percebe-se que o Grande Irmão não é senão Stalin e que o arquiinimigo Goldstein não é senão Trotsky. Além de Stalin, também Hitler e Churchill inspiraram Orwell a escrever o romance.
O estado controlava o pensamento dos cidadãos, entre muitos outros meios, pela manipulação da língua. Os especialistas do Ministério da Verdade criaram a
Novilíngua, uma língua ainda em construção, que quando estivesse finalmente completa impediria a expressão de qualquer opinião contrária ao regime. Uma das mais curiosas palavras da Novilíngua é a palavra duplipensar que corresponde a um conceito segundo no qual é possível o individuo conviver simultaneamente com duas crenças diametralmente opostas e aceitar a ambas.
Outra palavra da Novilíngua era
Teletela, nome dado a um dispositivo através do qual o Estado vigiava cada cidadão. A Teletela era como que um televisor bidirecional, isto é, que permitia tanto ver quanto ser visto.
No livro, Orwell expõe uma teoria da Guerra. Segundo ele, o objetivo da guerra não é vencer o inimigo nem lutar por uma causa. O objetivo da guerra é manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. A guerra serve para destruir os bens materiais produzidos pelos pobres e para impedir que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça aos poderosos.

Desabafo - parte 2

Desabafo - parte 2
Sei que o que vou escrever agora não tem nada a ver com os temas das aulas, mas não poderia deixar de manifestar a minha indignação quanto à escolha do presindente Lula em relação ao Ministério do Turismo. Depois de ver a entrevista de Marta Suplicy na Gazeta no último domingo tive certeza do seu total despreparo. Falar em qualificação profissional, sem se preocupar primeiro em regulamentar a profissão e propor o crédito consignado para o setor mesmo com o recurso saturado, como confirmou o jornalista da Gazeta Mercatil presente na entrevista, mostra que ela não entende nada de Turismo e administração e que sua colocação no cargo foi por "livre e espontânea pressão" do PT.

A eterna briga

A eterna briga
Em homenagem ao último seminário. Aqui no Brasil a Coca ainda vence com muita vantagem. Será que um dia a concorrência consegue ultrapassá-la. A H2O deu um pequeno susto, vocês não acham?

modernidade líquida

modernidade líquida
Nesta era, vejam como daqui a poucos anos será nossa TV, computador, celular, rádio, filmadora, enfim, tudo em um único aparelho que cabe na palma da mão. Será que há vinte ou trinta anos alguém poderia acreditar nisso????

O mundo das marcas

O mundo das marcas
Em uma era em que as marcas dominam, bem que a visão do planeta pelos estudiosos da mídia, como nós, poderia ser assim lá do espaço.

Padrões de beleza

Padrões de beleza
Pensei em deixar esta imagem bem no começo da página, pois ela representa bem o poder que a mídia tem em nos influenciar em nossa aparência. Mas, a achei muito forte e triste para começar meu blog. É uma pena que as pessoas ainda se baseiem em um padrão instituido por esse mundo pouco honesto da moda. E o que lamento mais é que a mídia explore tanto esse tema para, principalmente, vender revistas com fórmulas infalíveis de emagrecimento.